Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Maria Teresa

Passo a passo é um passo para a alma...


Inicio de semana com dor de cabeça

por Ocupadíssima, em 25.03.13

Acordei com dor de cabeça, olhos inchados... ando outra vez a necessitar de àgua fria logo de manhã. Já nem me lembrava que fazia isto com frequência .

Tenho que tomar atenção aos sintomas e ver de onde vem! Começar anotar todos os sintomas e o que como, já que acredito que tem mta influência a m\ alimentação. Desde que vivo só e como com mais consciÊncia do que ingiro que noto logo a diferença, é preciso saber o quê que me faz isto. Ñ imagino.

Ontem fui a casa de uma nova amiga, do clube das trocas. Fiquei contente, comemos, conversamos, fomos à horta... instalamos o win7. Se bem, pelo que ouvi, acho que instalar um Windows por cima de outro ñ é formatar convenientemente. Vamos ver o que acontece {#emotions_dlg.confused}

Mas estou sem internet em casa, parece que a m\ pen wireless ñ é compatível, ora bolas  . Ñ reconhece a pen? Que coisa, até a porcaria do vista reconhecia, eu até gostava do Win 7, no tempo que o meu Toshiba ainda ñ tinha levado com um copo de àgua em cima.

Só  peripécias na minha vida.{#emotions_dlg.sarcastic} É mesmo para testar a minha paciência...Ñ basta o trabalho? 

Autoria e outros dados (tags, etc)


O primeiro livro que mais gostei...

por Ocupadíssima, em 22.03.13

O livro que tenho consciência do título foi Fernão Capelo Gaivota de Richard Bach.

Ñ que na altura eu tivesse entendido mas porque foi o meu irmão mais velho mo deu, na véspera do meu aniversário às 7.30 da manhã. 

Meu irmão morreu a 7 de Agosto continuo amá-lo como se estivesse presente na minha vida. Que saudades que tenho meu Deus.

Gostaria que ele ainda estivesse presente, gostaria do seu colo, de seus conselhos.  

Como o amo, é inacreditável eu era tão novinha e já se passaram tantos anos.

O livro ñ precisa de apresentação, meu irmão era um anjo na minha vida. Tenho mais irmãos, anjos é que não.

Autoria e outros dados (tags, etc)


A minha manhã...Podia fazer melhor? Podia...

por Ocupadíssima, em 22.03.13

Hoje acordei tarde, fiquei sem bateria no telemóvel e se tocou ñ ouvi. Vesti-me à pressa e o autocarro avariou, fui a pé. Apanhei o transporte na baixa de Coimbra ao fim de qse 20 minutos de espera, e para meu espanto entraram 10 jovens de mala na mão e todos pediram bilhete ao motorista{#emotions_dlg.annoyed} que inferno, já esta ansiosa demais, sem saber as horas sem poder ligar para a empresa...

Quando me lembrei do meu outro telemovel que só usava de vez em quado. Estava comigo e carregado, lá gastei 37c e avisei.

Sexta feira e tudo contra, já a 5ª feira ñ tinha sido melhor.

Dia de ir ao médico e ter de faltar é péssimo. Mas ñ aproveitar o resto do dia é pior ainda. A minha consciencia tem uma luz vermelha que acende nestes dias, tal qual o grilo falante. Quando acordo mal de manhã mal disposta não há nada a fazer.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Crónica de Rodrigo Guedes de Carvalho: Pagar para trabalhar


Percebo as manifestações, mas fica-me sempre a ideia de excesso de palavras de ordem, o que normalmente significa muitos tiros e pouca pontaria. Os alvos, sobretudo, parecem--me mal escolhidos. Bem sei que a famosa troika será o mais fácil, mas também, porventura, o que menos culpa tem. Disse--o e repito-o. A troika veio cá dar ordens e palpites apenas porque o País chegou a uma situação insustentável. A troika não pediu para vir, foi chamada. Parece-me facto indesmentível. Outra coisa totalmente diferente é o que a troika nos exige para continuarmos a ser dignos de ajuda. Que era preciso cortar em muita coisa sempre me pareceu óbvio, e pena é que tenhamos de ter atingido um ponto de ruptura para se pensar nisso. Como é óbvio que, para entramos num novo paradigma económico, para passarmos a um novo estilo de vida, mais perto de gastar apenas o que se tem e não viver a crédito, está visto que muitas das austeridades a que estamos a ser chamados vieram para ficar, ou seja, desconfio muito que sejam apenas sacrifícios passageiros até a economia se endireitar. Até porque está visto que os portugueses, como a maioria dospovos latinos, esquecem depressa que têm de manter a disciplina assim que ouvem os primeiros sinais de abrandamento do garrote, que é como quem diz, assim que percebem que as coisas começam a melhorar um nadinha. Esse será, de resto, o grande desafio para o futuro, e muito em breve: continuar um programa de austeridade responsável que nos permita cada vez menos depender de outros, mesmo quando a economia recuperar uma melhor saúde. Mas dizia eu que uma coisa é a troika ser chamada cá, outra é a dimensão do que nos exige para demonstrarmos que aprendemos a lição. Não sabemos exactamente como decorrem as reuniões, muito menos o que realmente é dito, defendido, e em que tom, mas fica-nos sempre, a cada avaliação a que somos sujeitos, a ideia de que nunca faremos exactamente o que querem, sobretudo que nunca vamos tão longe quanto desejariam. Ou exigem, para dizer melhor. A verdade é que troika parece insaciável, dá a ideia de um rei entediado, nunca verdadeiramente satisfeito com os seus súbditos. Tem sido assim com inúmeras matérias, mas realçaria as questões do trabalho, seja a facilidade com que pretendem que seja possível despedir em Portugal seja com as exigências contínuas de baixa dos salários. O Governo já anunciou, quanto a mim, transformações significativas, para não dizer brutais, na legislação com que vivemos há décadas. Já vêm aí novas contas para os despedimentos, que ainda por cima têm sido sucessivamente revistas, uma e outra vez, e sempre no sentido que defende a troika: é cada vez mais barato despedir. Podemos, e devemos, admitir que a nossa legislação na matéria, nascida dos entusiasmos do 25 de abril, será já desfasada da realidade de uma economia competitiva. Mas há que ter o cuidado de não se passar do oito para o 80. E o que troika insistentemente nos exige é, de facto, um empobrecimento rápido, progressivo e definitivo de grande parte da população trabalhadora, leia-se, daqueles que vivem realmente, apenas e só, do seu trabalho. A continuarmos assim (e apesar de alguns protestos, a coisa vai andando...), viveremos numa realidade em que é praticamente impossível pensar em ganhar muito, impossível sonhar com aumentos que se vejam quando trabalhamos melhor que os outros, e ainda com uma espada em cima da cabeça: o patrão poderá facilmente despedir-nos porque isso lhe custa cada vez menos. Vejo alguns economistas defender este estado de coisas, argumentando que as dificuldades para despedir sempre foram o maior entrave à nossa competitividade. Curioso. Sempre pensei que um verdadeiro entrave à competitividade fosse, tantas vezes, a falta de imaginação e criatividade, e de capacidade de trabalho de muitos empresários. Até porque (curioso, mais uma vez...) as grandes empresa que fazem a diferença, que se renovam, reinventam e se mantêm na frente, são normalmente empresas que pagam bem, que estimam os seus funcionários, sabendo que quem é bem tratado corresponde com dedicação, amor à camisola e, em consequência, um trabalho cada vez melhor, sem olhar a horários. Mas isto sou eu, que não sou economista, e não percebo nada disto. Se acham que nos vamos tornar melhores a trabalhar por um prato de sopa e sempre cheios de medo de ser despedidos, avancem. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

"Sair de um blog sem comentar é como visitar alguém e ir embora sem se despedir..."




Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D



"Sair de um blog sem comentar é como visitar alguém e ir embora sem se despedir..."

Maria Teresa

Passo a passo é um passo para a alma...